O vereador Kelvis Borges encaminhou um requerimento ao Governo do Estado de Santa Catarina solicitando estudos técnicos para verificar e solucionar a possível inversão de fluxo de energia na Subestação de Capinzal. A situação, segundo ele, estaria limitando a instalação de novos sistemas de energia solar no município e gerando preocupação entre empresas e consumidores.
Kelvis afirmou ter recebido informações de que a subestação estaria operando no limite de sua capacidade para novas conexões de geração distribuída, o que poderia impedir a expansão de projetos de energia solar na cidade. “Recebemos informações que nos preocupam em relação ao limite que as empresas podem instalar, especialmente no que envolve energia solar. Segundo o que foi repassado, seria necessário melhorar os equipamentos da subestação”, afirmou.
Diante disso, o vereador solicitou ao governo estadual a verificação da situação e, caso o problema seja confirmado, que sejam realizados investimentos para ampliar a infraestrutura. “Pedimos que seja comprovada essa situação e, se realmente procede, que haja ampliação para que não fiquemos limitados ao que já existe. A energia solar gera economia, é ambientalmente correta e reduz gastos tanto para a população quanto para as empresas”, destacou.
Conforme comunicado oficial da própria CELESC, todos os alimentadores da Subestação de Energia Capinzal já apresentam inversão de fluxo, ocasionada pelo elevado volume de energia solar injetada na rede, superando a demanda em horários de pico de geração. Essa condição provoca sobretensões, riscos operacionais, instabilidade no fornecimento e impede novas conexões de sistemas fotovoltaicos.
Além de Capinzal, outros municípios da região também enfrentam restrições semelhantes, como Herval d’Oeste, Catanduvas, Água Doce e Campos Novos, evidenciando que o problema é regional e demanda planejamento estrutural urgente.
O vereador afirmou esperar uma resposta em breve por parte do Governo do Estado.

















