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Home Guerra

Especialistas alertam para risco de nova guerra sem fim após ofensiva dos EUA contra o Irã

por Redação
5 de março de 2026 - 14:48
em Guerra
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Especialistas alertam para risco de nova guerra sem fim após ofensiva dos EUA contra o Irã
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O início da guerra entre Estados Unidos e Irã já começa a desafiar os cálculos do presidente Donald Trump de conduzir operações militares com poucas perdas humanas e impactos limitados na economia. Nos primeiros dias do conflito, pelo menos seis americanos morreram, aliados no Golfo foram atacados e o mercado financeiro apresentou instabilidade, enquanto os preços dos combustíveis começaram a subir.

Além disso, o custo da operação militar tem sido elevado. Estimativas apontam que as forças armadas norte-americanas estão gastando centenas de milhões de dólares por dia com as ações no conflito.

Em território iraniano, um ataque aéreo que atingiu uma escola primária feminina deixou 175 mortos, segundo autoridades de saúde locais e a mídia estatal do Irã. O governo dos Estados Unidos informou que investiga quem foi o responsável pelo bombardeio.

Até o momento, os Estados Unidos não enviaram tropas terrestres ao Irã, mas o governo não descarta essa possibilidade. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou na quarta-feira que o conflito pode se prolongar.

“Estamos acelerando, não desacelerando”, declarou Hegseth a jornalistas. Segundo ele, novos bombardeiros e caças militares estão sendo enviados para a região.

Antes de autorizar uma nova rodada de ataques com mísseis contra o Irã, iniciada no sábado, Trump vinha acumulando o que sua administração considera uma sequência de vitórias militares rápidas. Entre as ações destacadas estão a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em uma operação rápida, ataques surpresa contra instalações nucleares iranianas, ofensivas contra militantes houthis no Iêmen e a destruição de embarcações suspeitas de tráfico de drogas no Caribe. Também houve bombardeios em alvos no Iraque, Nigéria e Somália em operações de combate ao terrorismo.

De acordo com a Casa Branca, essas operações ocorreram de forma rápida e com baixo custo humano e financeiro para os Estados Unidos.

No entanto, analistas alertam que a guerra iniciada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã pode se tornar um conflito mais amplo, especialmente se houver tentativa de promover mudança de regime no país.

O deputado Jason Crow, do Partido Democrata do Colorado e ex-militar que serviu no Iraque e no Afeganistão, afirmou que o país corre o risco de repetir o ciclo de guerras prolongadas que marcaram as últimas décadas.

“Depois de trilhões de dólares, milhares de vidas americanas perdidas e décadas de conflito contínuo, parece que estamos começando tudo de novo”, disse Crow. Segundo ele, Trump foi eleito com a promessa de encerrar guerras, algo que muitos americanos ainda desejam.

O presidente norte-americano chegou a incentivar o povo iraniano a assumir o controle do próprio país, mas não apoiou oficialmente nenhum grupo para liderar um movimento contra o governo iraniano. Desde o início dos ataques, Trump conversou com líderes curdos, mas ainda não autorizou o envio de armas para que eles tentem derrubar o regime no Irã, informou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.

Para alguns especialistas, o presidente pode ter sido encorajado por sucessos militares anteriores. Jon Hoffman, pesquisador do Instituto Cato, afirmou que Trump costuma buscar operações de baixo custo e impacto rápido.

“Após a operação contra Maduro, ele estava confiante e se sentia praticamente intocável. Mas essa situação é muito diferente da Venezuela. Os custos já estão aumentando”, afirmou Hoffman.

Ele destacou as mortes de militares americanos e a forte alta nos preços de energia. Segundo o analista, o preço do gás natural na Europa subiu cerca de 40% e a tendência é de novos aumentos.

Por outro lado, há quem veja benefícios estratégicos na ofensiva contra o Irã. Elliott Abrams, especialista em Oriente Médio do Conselho de Relações Exteriores e que já trabalhou para três presidentes republicanos, incluindo Trump, afirmou que enfraquecer o regime iraniano pode trazer vantagens para os Estados Unidos e seus aliados.

Segundo Abrams, mesmo que remanescentes do governo iraniano permaneçam no poder, o país pode perder sua capacidade de desenvolver armas nucleares, mísseis balísticos e de exercer influência militar na região.

Ainda assim, especialistas alertam que uma desestabilização do Irã pode gerar consequências graves. Hoffman avalia que armar grupos separatistas dentro do país poderia levar a um conflito indireto de grandes proporções no Oriente Médio.

Nesse cenário, ele afirma que a região poderia enfrentar grandes fluxos de refugiados e abrir espaço para o fortalecimento de grupos extremistas, como o Estado Islâmico.

“Esses grupos prosperam no caos. Uma situação assim seria como abrir a caixa de Pandora”, concluiu.

Com informações: The New York Times

Tags: conflitosmortospaísestensões


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