A Polícia Civil localizou, na manhã desta quinta-feira (28), um cadáver do sexo masculino preso às margens do Rio do Peixe, nas proximidades da propriedade do suspeito investigado pela morte de Maikon Diekson de Lima, em Herval d’Oeste.
A localização ocorreu em continuidade às investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia de Herval d’Oeste, com apoio operacional do Corpo de Bombeiros de Joaçaba. O corpo foi encontrado na mesma área indicada pelo suspeito durante interrogatório perante a Autoridade Policial.
A Polícia Científica foi acionada e a identificação oficial será realizada após exames periciais.
O caso teve novo desdobramento na tarde desta quarta-feira (27), quando a Polícia Civil prendeu em flagrante um homem de 45 anos, residente na zona rural do município, pelo crime de porte ilegal de arma de fogo.
A prisão ocorreu durante as diligências que apuram o homicídio de Maikon Diekson de Lima, cujo desaparecimento foi registrado no dia 16 de maio de 2026. Desde então, a Polícia Civil vinha realizando levantamentos para apurar o paradeiro da vítima.
Durante as investigações, o suspeito foi identificado como a última pessoa a ter contato com Maikon. Ao ser convocado para prestar esclarecimentos, ele compareceu à Delegacia e, após ser confrontado sobre inconsistências em sua versão, confessou ter matado a vítima na mesma data do desaparecimento.
Ainda conforme a Polícia Civil, o investigado descreveu a dinâmica dos fatos e afirmou ter ocultado o cadáver no rio. Ele também indicou o local onde havia escondido a arma utilizada no crime, uma espingarda calibre .28, que foi localizada e apreendida pela equipe policial, juntamente com munições do mesmo calibre.
Diante dos elementos colhidos, a Autoridade Policial lavrou o Auto de Prisão em Flagrante pelo crime de porte ilegal de arma de fogo, na modalidade ocultação. Como o homicídio teria ocorrido no dia 16 de maio, não havia situação de flagrante em relação a esse crime.
O suspeito foi conduzido ao Presídio Regional de Joaçaba, onde permanece à disposição do Poder Judiciário. A Polícia Civil também representou pela decretação da prisão preventiva do investigado.
As investigações seguem para apurar as demais circunstâncias do homicídio.
















