Corre nos bastidores que uma vaga a Senado a escolha, na chapa da direita, é de Jair Bolsonaro, que optou pelo seu filho Carlos Bolsonaro, e a outra vaga, compete a Jorginho escolher.
Jorginho já afiançou palavra com Esperidião Amim (União-PP). A dúvida, portanto, é sobre vice. Posição 90% encaminhada ao MDB e com 10% de chances de ir ao PSD.
Sabe-se também, que Jorginho almeja uma mulher de vice, para passar a interinidade em 30 para a primeira mulher do Estado vir a ser efetivamente governadora.
Nesse cenário, Ivete Apel (MDB), Senadora da República, continua uma forte opção, mas agora ao lado de Carol de Toni, que pode migrar para o MDB (inclusive sob as bênçãos de Temer, já que andaram conversando esses dias) ou para o próprio PSD, onde cultiva também boas relações com algumas lideranças mais à direita.
















