Com a proximidade de períodos de férias e aumento do fluxo de viagens ao exterior, a Polícia Científica de Santa Catarina faz um alerta à população que pretende se deslocar para outros países.
Apesar da modernização dos documentos oficiais e da ampliação do uso da Carteira de Identidade Nacional (CIN) em formato digital, a versão eletrônica não substitui o documento físico em viagens internacionais, especialmente para países do Mercosul.
Segundo a Polícia Científica, a apresentação da carteira de identidade física, válida e em bom estado de conservação, continua sendo exigida pelas autoridades migratórias. A falta dele pode resultar em impedimento de embarque ou de entrada no país de destino.
Brasileiros podem viajar sem passaporte para Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e Bolívia, mas é obrigatório apresentar uma identidade que permita a identificação do titular. O formato apenas digital não é aceito nos postos de imigração desses países.
Outro ponto de atenção é o estado do documento. Identidades emitidas há mais de 10 anos, danificadas, rasuradas ou com foto muito antiga podem ser recusadas, mesmo que ainda sejam válidas no Brasil. Por isso, a recomendação é utilizar a CIN física, que tem padrão unificado e maior segurança.
A CIN digital vale para várias situações dentro do Brasil, mas, para viagens internacionais, é indispensável ter a versão física. A orientação é conferir a identidade com antecedência e, se necessário, providenciar a emissão de uma nova via.

















